quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Encontro "Sociedade Brasileira de Selenografia" 28 a 30 de outubro.

 Transmissão pelo Canal da UBA no YOUTUBE.


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https://is.gd/I2ZZCO



Programação:









Mais informações em: 



sábado, 22 de maio de 2021

Eclipse Lunar Total 26/05/2021

O eclipse total não poderá ser observado do Brasil, mas algumas cidades poderão acompanhar o seu início. Em Manaus, por exemplo, o início do eclipse parcial poderá ser observado a partir de 05:44h (horário local), mas como a Lua estará a menos de 3o do horizonte se pondo cerca de 14 minutos depois, pouca coisa poderá ser realmente observada. Em Porto Alegre o início será de 06:44h com a Lua a cerca de de 4o, o máximo local será às 07:03h, instantes antes da Lua se pôr. Infelizmente a maior parte do país só poderá observar o eclipse penumbral, que dificilmente pode ser percebido.

Os melhores locais para observação desse eclipse serão na Nova Zelândia e leste da Austrália. Observadores localizados em cidades a oeste da América do Sul como Santigo no Chile e Lima no Peru poderão ver parte do eclipse total, com a Lua se ponto totalmente eclipsada. Cidades a oeste dos Estados Unidos e México como Los Angeles e Cidade do México também poderão ver a totalidade, mesmo a Lua já estando baixa no horizonte.

Em Patos de Minas não teremos a oportunidade de observar o fenômeno uma vez que a Lua estará se pondo no horizonte.



Ratificando que a totalidade do eclipse não será observada no Brasil. 


         Figura 10: Mapa do eclipse lunar 26/05/2021. Fonte: https://www.timeanddate.com/eclipse/lunar/2019-january-21

quarta-feira, 19 de maio de 2021

25 de Maio - Dia do Mourão!




Produção: Vera Pinheiro /MCT Filmagem/edição: César Ferreira/ FINEP Todos os créditos e direitos aos autores acima, a quem deixamos nossos agradecimentos. O Observatório fez a adaptação e divulgação do vídeo.

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (1935 – 2014) foi um dos mais importantes astrônomos brasileiros. Dedicou-se incansavelmente à divulgação de Astronomia. Com centenas de artigos publicados para o público geral, inspirou gerações de jovens astrônomos. Foi idealizador e fundador do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST), no Rio de Janeiro em 1984. Sua área de atuação profissional era em estrelas duplas e objetos do Sistema Solar. Foi também um dos fundadores da SAB (Sociedade Astronômica Brasileira em 1974).

No início dos anos 60, Ronaldo, como
astrônomo, foi dos primeiros a obter resultados com repercussão internacional. Depois se destacou com talento e conhecimento em história da ciência e da astronomia, promovendo com maestria sua popularização e divulgação. Conseguia motivar as pessoas de forma única, atrativa, apaixonada, sem nunca transigir com o rigor que a ciência requer, cativando gerações de admiradores e interessados em todos os níveis de educação e de idade. Foi o primeiro brasileiro a ter um asteroide com seu nome; realmente, o asteróide 2590 descoberto em 22 de maio de 1980 foi batizado com o nome Mourão, em homenagem “ao seu trabalho sobre estrelas duplas, pequenos planetas e cometas, além da criação do Museu de Astronomia e Ciências Afins”. Participou extensivamente do programa de descoberta e observação de pequenos planetas no ESO - European Southern Observatory.

Em 28 de novembro de 1984, foi homenageado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro com o título Moção de Louvor pelo seu trabalho “Astronomia do Macunaíma” - voltado para o folclore ameríndio, abordando em sua obra o que o atinge mais de perto: mitos, lendas, relativos aos astros e fenômenos celestes, caracterizando-se como observador da correlação existente entre as lendas indígenas e aspectos da observação astronômica - por sugestão do Deputado Estadual José Talarico.

Muitos se tornaram astrônomos profissionais. Devemos um enorme tributo de reconhecimento pelas suas contribuições na ciência e sua disseminação.



Abaixo, outras atividades de destaque do nosso célebre astrônomo: doutor pela Universidade de Paris (Sorbonne), criador e primeiro diretor do Museu de Astronomia e Ciências Afins do Rio de Janeiro. Professor visitante da Universidade do Vale do Acaraú, Sobral, Ceará. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia Brasileira de Filosofia, da Academia Carioca de Letras e da Academia Luso-Brasileira de Ciências, Letras e Artes. Membro da Real Academia de La Historia e da Royal Astronomical Society (Londres), Société Astronomique de France (Paris); Société de Géographie (Paris), Sociedade geográfica de Lisboa (Portugal); membro correspondente da Academia Nacional de la Historia, Buenos Aires, Argentina; foi correspondente do Instituto Histórico e Geográfico del Uruguay, Montevidéu, Uruguai e da Real Academia de la Historia, Madrid, Espanha. Membro da Comissão 26: Estrelas Duplas Visuais; membro da Comissão 42: História da Astronomia; membro da Comissão 20: Asteroides e Cometas da União Astronômica Internacional (UAI).

Primeiro contemplado com o Prêmio José Reis da divulgação científica, instituído pelo CNPq (1979).

quinta-feira, 4 de março de 2021

O temido Asteroide Apophis se aproxima da Terra e é vigiado de perto por astrônomos


Por Marcelo Zurita


Astrônomos de todo o planeta estão de olho no Asteroide Apophis, um dos mais temidos pela humanidade. Eles estão aproveitando sua aproximação da Terra para estudar a gigantesca rocha espacial. E essa será a melhor oportunidade de observação desse asteroide antes de 2029, quando o Apophis fará uma passagem de arrepiar.

Descoberto em junho de 2004, o Apophis fez uma aproximação da Terra, nos últimos dias daquele ano, que deixou a comunidade internacional em polvorosa. Percebeu-se que havia uma chance dele atingir nosso planeta em abril de 2029, curiosamente em uma sexta-feira, 13. Naquela época, à medida que novas observações eram adicionadas aos cálculos, a possibilidade de impacto aumentava. As chances de impacto chegaram aos 2,7%, o que causou certa apreensão em todo o planeta.

 

Asteroide Apophis (pequeno ponto no centro da imagem) registrado no Hawaii – Imagem: Universidade do Hawaii

 

Esse asteroide tem cerca de 340 metros de diâmetro médio (450 metros de comprimento), 41 milhões de toneladas e energia equivalente a 60 mil bombas de Hiroshima. Se ele atingisse a Terra, seria capaz de devastar milhares de quilômetros quadrados e causar dezenas de milhões de mortes. Fica fácil entender porque ele recebeu o nome de Apophis, o Deus egípcio do caos e da destruição.

 

Tamanho do Asteroide Apophis (450m) comparado ao Empire State em Nova Iorque (443m), à Torre Eifel em Paris (324m) e ao Pão de Açúcar no Rio de Janeiro (390m) – Imagem: Asteroid Day Brazil

 

Felizmente, com o refinamento dos cálculos orbitais ainda em 2004, concluiu-se que não há chances de impacto em 2029. Entretanto, ele fará uma aproximação da Terra de arrepiar, passando perigosamente próximo do cinturão de satélites geoestacionários e a cerca de 32 mil km da superfície do nosso planeta. Tão perto que poderá ser visto a olho nu de alguns locais do planeta, incluindo parte do Brasil.

 

Aproximação do Apophis em 2029 passando bem perto dos satélites geoestacionários (pontos azuis) – Imagem: NASA/JPL-Caltech

 

Após o susto inicial, alguns astrônomos passaram a se preocupar com a possibilidade de que um desvio orbital, provocado nessa aproximação em 2029, pudesse colocar o Apophis em rota de colisão com a Terra em 2036 ou 2068. Mas um estudo publicado em 2013 afastou a chance de impacto em 2036 e reduziu para quase zero as possibilidades em 2068. Só que não dá pra relaxar com um asteroide tão perigoso rondando nossa vizinhança.


 Desvio esperado na trajetória do Apophis provocado pela interação gravitacional com a Terra durante a aproximação de 2029 – Imagem: NASA/JPL

 

Recentemente, um novo estudo, publicado por astrônomos da Universidade do Hawaii, mediu a influência do Efeito Yarkovsky na órbita do Apophis. O Efeito Yarkovsky é uma pequena força provocada pela radiação térmica de pequenos corpos em rotação no espaço. Dependendo do sentido e velocidade de rotação, da temperatura média e do albedo, o índice de refletividade do asteroide, o Efeito Yarkovisky pode empurrar ou puxar o objeto em direção ao Sol. 

O estudo foi chefiado por David Tholen, que foi um dos descobridores do Apophis em 2004. Analisando novas medições, feitas a partir do Telescópio Subaru, de 8,2 metros, no Hawaii, Tholen e sua equipe concluíram que o Efeito Yarkovisky está provocando um deslocamento de 170 metros na órbita do Apophis a cada ano. Parece pouca coisa, mas para um asteroide com órbita tão próxima da Terra, esse pequeno deslocamento acumulado ao longo dos anos pode ser a diferença entre uma aproximação muito próxima e um impacto catastrófico.

Considerando o desvio cumulativo na órbita do asteroide, a equipe revisou para cima as chances de impacto em 2068. Apesar da possibilidade ser muito baixa ainda, cerca de 0,00067%, o estudo reforça a necessidade de acompanharmos de perto o Asteroide Apophis.

E é justamente isso que vários astrônomos de todo o planeta estão fazendo. Nesse momento, o Apophis está passando a cerca de 17 milhões de quilômetros da Terra, o que não é tão próximo, mas cria uma excelente janela de observação. Por isso, a IWAN – Rede Internacional de Alerta de Asteroides criou a “Campanha de Observação do Apophis 2021”, que visa aprender o máximo possível a respeito dessa rocha espacial antes de sua maior aproximação em 2029.


Asteroide Apophis registrado pelo Observatório SONEAR em Minas Gerais – Créditos: SONEAR

Em um dos exercícios dessa campanha, o Apophis foi “redescoberto” e reportado como um novo asteroide. E a partir dessas novas observações, os astrônomos estão seguindo todos os processos, recalculando sua órbita, riscos de impacto com a Terra, prováveis locais afetados e até mesmo discutindo possíveis medidas para redução de danos. O curioso desse exercício é que, até o momento, utilizando as medições feitas desde dezembro, as chances de impacto foram calculadas em cerca de 10%. Isso significa que, se tivéssemos realmente descoberto o Apophis somente agora, estaríamos todos bastante preocupados, já teríamos bares e igrejas lotados e algumas pessoas pelas ruas vestindo placas alertando que “o fim está próximo”.

Obviamente, essas chances devem ser reduzidas à medida que novas observações forem adicionadas aos cálculos, tornando a órbita do asteroide mais precisa, confiável e semelhante à órbita real, calculada a partir de mais de 15 anos de observação.

Grandes telescópios e radares, dos principais observatórios do mundo que trabalham na pesquisa de asteroides, estão aproveitando essa janela de observação para coletar dados mais precisos a respeito da órbita e das características físicas do Apophis. Tudo isso servirá como uma preparação para 2029, quando será necessário medir, com a maior precisão possível, os efeitos desta aproximação na órbita do asteroide. Qualquer mínima variação inesperada pode afastar definitivamente o risco de impacto, ou colocar o Apophis em rota de colisão com a Terra em 2068.


Espectro de refletância do Apophis, observado com IRTF da NASA, compatível com um asteroide tipo Sq (rochoso/metálico) – Imagem: David Polishook/MIT

Somando-se a esse esforço, a NASA cogita a possibilidade de enviar para o Apophis a sonda espacial Osiris-Rex, que atualmente está visitando o Asteroide Bennu. Em setembro de 2023, a sonda trará para a Terra uma cápsula com amostras do Bennu. A partir de então, ela estaria disponível para uma missão adicional, e um dos destinos considerados é justamente o Apophis. Se isso for confirmado, a sonda deve alcançar o asteroide apenas em abril de 2029, pouco depois de sua máxima aproximação com a Terra.

Seria mais uma coincidência interessante, ver Osíris, o deus egípcio da vida após a morte, encontrar Apophis, o deus do caos e da destruição justamente após seu encontro com a Terra que causou tanta preocupação por aqui.

Informações mais detalhadas a respeito do Apophis e da Campanha de Observação de 2021 serão apresentadas durante uma Live, organizada por Cristóvão Jacques no Canal AstroNEOS. Cristóvão é um dos astrônomos do Observatório SONEAR, que participa da campanha, e um dos principais brasileiros envolvidos na busca por novos asteroides próximos à Terra. O evento está marcado para o sábado, 06 de março, a partir das 20:30h. 

 

 

* Marcelo Zurita é presidente da Associação Paraibana de Astronomia – APA; membro da SAB – Sociedade Astronômica Brasileira; diretor técnico da Bramon – Rede Brasileira de Observação de Meteoros – e coordenador regional (Nordeste) do Asteroid Day Brasil

 

Disponível em: https://olhardigital.com.br/2021/03/01/ciencia-e-espaco/o-temido-asteroide-apophis-se-aproxima-da-terra-e-e-vigiado-de-perto-por-astronomos/


















  

sábado, 6 de fevereiro de 2021

50 anos da Apollo 14

 


Há cinqüenta anos atrás, (7 de fevereiro de 1971), a tripulação da Apollo 14 deixava a órbita lunar e se dirigia para casa . Eles assistiram a este "nascer da Terra" ao passo em que se preparavam para orbitar a Lua em seu módulo de comando Kittyhawk. A Terra aparece em uma fase crescente. O terreno com crateras em primeiro plano está ao longo do lado lunar. Claro, enquanto orbita a Lua, a tripulação pôde observar a Terra subir e se pôr. As amostras de rocha coletadas na região de Fra Mauro (local de pouso da missão) incluíam uma rocha de cerca de 10 kg, apelidada de Big Bertha, contendo um provável fragmento de um meteorito do planeta Terra.

sábado, 30 de janeiro de 2021

ESPAÇO - TEMPO - VIDA

Os  piores  anos   de  nossas  vidas


POR NELSON  TRAVNIK


Iniciamos nesse 1º de janeiro, mais uma jornada ao redor do Sol. Nosso planeta na estonteante velocidade média de 29,5 km/s, irá percorrer nesses 365 dias e 5 horas, 942,4 milhões de quilômetros ao redor do Sol, algo que em linha reta nos levaria além da órbita do planeta Júpiter. Isso nos permite algumas reflexões  sobre espaço, tempo e vida.  No mundo atual, como estranhos em nosso próprio habitat, o ser humano vive a Era Espacial  em meio a notáveis conquistas tecnológicas, mas ainda não aprendeu conhecer a grandeza da sua pequenez e da sua estupidez. Multidões não se interessam em saber a luz da ciência e da razão, o que são, onde estão e para onde vão. A maioria vive porque respiram e colocam seu destino final com o preconizado pelas religiões sem questionar o que lhe é imposto pelos livros sagrados. É mais cômodo viver assim. Advindo qualquer infortúnio, é a vontade de Deus, um Deus miserável como eles mesmos insensível a um futuro de sofrimentos que ele sabe irá acontecer.  Concepção esta que não se sustenta mas que ,felizmente, encontrou melhor entendimento na sabedoria milenar de algumas filosofias orientais que a partir dos séculos XIX e XX viriam florescer em novas doutrinas e crenças descortinando o véu do obscurantismo teológico mostrando que a fé nunca pode estar divorciada dos conhecimentos científicos.   


O grande salto viria com Charles Darwin terminando com o homem de barro e a mulher da costela; com Galileu Galilei destronando a Terra do centro do universo e da Criação e com Giordano Bruno e Camille Flammarion dando inicio ao fim do nosso isolamento cósmico.  Esses novos conhecimentos abriu o grande portal da astronomia e ciências biológicas.  Infelizmente eles  ainda encontram-se ausentes na maioria das pessoas que pensam estar vivendo a época mais importante de todas. Doce ilusão de crianças que acariciam suas bonecas ...  Os egípcios, os romanos, só para ficar nesses dois exemplos, cultivavam o mesmo pensamento. O que sobrou de suas civilizações ? ruínas , pedras e pó. Exemplos que a maioria dos humanos não absorveram.


O estudo e a observação do céu é uma experiência de transformação e ampliação da consciência, proporcionando satisfação íntima, conhecimentos científicos e elevação espiritual. Ao final, ela nos mostra que somos simples engrenagens de um universo desconhecido e que na história da Criação, cem milhões de anos passam como um dia; apagam-se, dissipam-se como fugitivo sonho, no seio da eternidade que tudo absorve. Tudo no universo está inexoravelmente preso a marcha do  tempo. E nesse raciocínio, nessa contemplação retrospectiva, surge inevitavelmente uma questão  de cunho filosófico : qual o destino final de todos os seres pensantes que existiram, existem e existirão nos miríades de mundos habitados ?  Como  aqui irão tombar numa sepultura, num crematório para não ser mais nada ? Não cabe aqui enveredar nessa questão pois, no infindável universo, somos como  um grão de poeira ao sabor dos ventos do deserto. O ano que foi certamente será o ano da estupidez. Um vírus letal lançado na humanidade causando uma monumental pirâmide de cadáveres. O ano que vem mostra que, apesar da vacinação, estaremos ainda mergulhados por vários meses num oceano de  incertezas e sofrimentos.   


Nelson Travnik é astrônomo, diretor do Observatório Astronômico de Piracicaba Elias Salum e Membro Titular da Sociedade Astronômica da França.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Descubra a história do Hubble em um livro recém lançado e gratuito!

 Por Christopher Gainor


O Hubble Space Telescope (HST) é o instrumento astronômico mais famoso de seu tempo e um dos veículos robóticos mais conhecidos já colocados no espaço.  

Seu lançamento e implantação em baixa órbita da Terra a partir do Space Shuttle Discovery em abril de 1990, parecia cumprir os planos e sonhos dos astrônomos desde o início da exploração espacial para colocar um telescópio além dos efeitos de distorção da atmosfera da Terra.

As primeiras imagens do Hubble no entanto, foram decepcionantes. O espelho principal do telescópio espacial tinha sido retificado precisamente num formato errado.  Embora as imagens do HST ainda fossem superiores a qualquer coisa disponível em telescópios terrestres, o Telescópio Hubble instantaneamente se tornou sinônimo de incompetência.

Com o futuro da NASA em jogo, cientistas e engenheiros, criaram soluções para a aberração esférica que afligiam o Hubble, e astronautas voando na primeira das cinco missões de serviço para o HST, instalaram novos instrumentos que restauraram as capacidades do Telescópio Espacial às prometidas quando foi lançado. 

 Em poucas semanas, o HST produziu imagens de tirar o fôlego e outros dados que os astrônomos e o público esperavam há muito tempo, e logo o Hubble mudou sua imagem anterior ao se tornar um símbolo das proezas tecnológicas e científicas americanas.

"Not Yet Imagined" documenta a história do HST, desde seu lançamento até os primeiros 30 anos de operação no espaço.  Ele se concentra nas interações entre o público em geral, astrônomos, engenheiros, funcionários do governo e membros do Congresso durante esse tempo.  A tomada de decisão por trás das mudanças nos pacotes de instrumentos do Hubble em missões de serviço que fizeram do HST um modelo de cooperação supranacional entre cientistas é registrada, junto com as contribuições do HST para o nosso conhecimento sobre nosso sistema solar, nossa galáxia e nosso universo.  Este livro também cobre o impacto do HST e as imagens que ele produz na apreciação do público pelo universo, e como o HST mudou a forma como a Astronomia é feita.

Atenção leitores ávidos!  📚 Descubra a história do Hubble em um livro recém-lançado sobre a fascinante história do telescópio e seus primeiros 30 anos de operação no espaço.  “Not Yet Imagined” está disponível para download GRATUITO agora.


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Link para download  para a página que tem os downkoasay 

https://go.nasa.gov/35mhPlu